28 November 2016

Quem sou eu no mundo? Ah... Esse é o grande enigma!


Little House Brooch, Alice in Wonderland Brooch found here

7 October 2016

As Silhuetas de Alice por Karina Matulevicius


 Conheci essa semana a artista alicista Karina Matulevicius que também participa da exposição "Experiência Alice". Nesse ensaio fotográfico podemos entrar na floresta do sonho dela e viajar com o coelho cor de rosa e  silhuetas alicedélicas.


"AS SILHUETAS DE ALICE é um projeto idealizado pela designer Karina Matulevicius (kM.), que, desde pequena, tem o filme Alice no País das Maravilhas e os livros de Lewis Carroll como suas principais fontes de inspiração e estilo de vida.

Tentando estimular o questionamento sobre a vida, o projeto tem como principal objetivo transportar as pessoas a um mundo paralelo de fantasia, fazendo-as pensar em suas vidas cotidianas de forma crítica e até encorajadora.

Muito dos temas abordados são metáforas e citações expostas no filme, que nos fazem refletir o quanto nossa vida é cheia de histórias e situações “estranhas”, dignas de “País das Maravilhas”. Ou não.

Será que o filme, ou o livro (original), era para crianças mesmo? A resposta fica na interpretação da designer, que através da arte, mostrou o que se passava em sua cabeça.

Divirtam-se! O coelho branco acabou de passar..."


VEJA MAIS 

Fotos Carolina Bonesso Fotografia

















 
Parte 2

Relógicos loucos e alicedélicas unidas...



https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=52755#!/tickets

Desenhos cenográficos


de Karina Matulevicius....

a partir de colagens de Adriana Peliano...

sobre ilustrações originais de John Tenniel (1865)...





8 August 2016

Encontre o coelho branco...




Sonho mágico no comercial da Sharp produzido pela Start Anima.

4 July 2016

The delights of encountering the original manuscript for “Alice in Wonderland”




"In the middle of a bright yellow room at The Morgan Library and Museum in New York sits the 150-year-old original manuscript of Alice’s Adventures in Wonderland, written and self-published by the enigmatic Oxford University mathematics teacher Charles Lutwidge Dodgson—better known by his pen name, Lewis Carroll.


 (Photography by Graham S. Haber)


One of the most popular works in English literature, Alice in Wonderland (originally titled Alice’s Adventures Under Ground) started as oral tale to entertain three children—sisters Lorina, Edith, and Alice Liddell—during a boating trip down the Thames River on a hot summer day in 1862. Carroll, then a young Oxford tutor, spun the fantastic tale packed with riddles, puzzles, and logic games, partly to practice his lessons in mathematical logic, which he taught at Christ Church, Oxford, for 26 years."



continue: Quartz

18 June 2016

Alicináticos em ação

Novo membro da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.


Quem sou eu?

"Joaquim José Coelho, conhecido artisticamente como J. J. Coelho, tenho 16 anos e sou do interior de Minas Gerais. Apaixonado desde muito pequeno pela arte e sempre tendo Alice como minha musa. Sou absurdamente viciado em mistérios e sempre atiçado pela minha curiosidade enorme (como a de Alice) a resolvê-los, faço justamente isso em meus livros. Gosto de criar histórias onde o imaginário se une com os mistérios da vida real com o intuito, mais criativo impossível, de desvendá-los.

Meu estado civil é "frustrado artisticamente" com afiliação ao "rei da procrastinação", meus enredos sempre tem um dedo Carrolliano no processo criativo e um fundo de verdade. Ou quem sabe eles seriam a verdade só que disfarçada de um livro bobo para que os meros leitores mortais fossem ludibriados? Eis a questão... Escrevo uma série de livros chamada "Em Busca do País das Maravilhas", focando no misterioso passado do Carroll, e arriscando num projeto novo nomeado de "O Segredo do Pássaro Amarelo" um releitura urbana dos contos de Monteiro Lobato.

Também tenho o hábito engraçado de colecionar objetos como chaves antigas de paradeiros desconhecidos. Talvez acreditando que um dia, de repente, uma delas irá abrir uma portinha de 40 centímetros que fica atrás de uma cortina ou uma passagem no tronco de uma árvore."

Minha página



14 May 2016

13 May 2016

Heitor Villa-Lobos - Prole do Bebê Nº1 - Branquinha (A Boneca De Porcelana)



Compositor Brasileiro: Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959)
Obra: Prole do Bebê Nº1 - Branquinha (A Boneca De Porcelana)
Piano: José Echaniz
Ilustrações: John Tenniel


fonte

12 March 2016

26 February 2016

magical rabbits and hares



Basil Valentine engraving



"Though now Nature in Art by Eleanor Ludgateassociated with the Holy Trinity in Christian iconography, the original, pre-Christian meaning of the Three Hares design has yet to be discovered, but we can glimpse possible interpretations by examining the wealth of world mythology and folklore involving rabbits and hares.

In numerous traditions, these animals were archetypal symbols of women, femininity, female deities, and women's hedgerow magic, associated with the lunar cycle, fertility, longevity, and rebirth. If we dig a little deeper into their stories, we find that they are also contradictory, paradoxical creatures: symbols of both cleverness and foolishness, of femininity and androgyny, of cowardice and courage, of rampant sexuality and virginal purity. In some lands, Hare is the messenger of the Great Goddess, moving by moonlight between the human world and the realm of the gods; in other lands he is a god himself, wily deceiver and sacred world creator rolled into one."
(…)


Three Hares by Brian Froud


"In Greco-Roman myth, the hare represented romantic love, lust, abundance, and fercundity. Pliny the Elder recommended the meat of the hare as a cure for sterility, and wrote that a meal of hare enhanced sexual attraction for a period of nine days. Hares were associated with the Artemis, goddess of wild places and the hunt, and newborn hares were not to be killed but left to her protection. Rabbits were sacred to Aphrodite, the Thumper (from my novel The Wood Wife) by Brian Froudgoddess of love, beauty, and marriage -- for rabbits had “the gift of Aphrodite” (fertility) in great abundance. In Greece, the gift of a rabbit was a common love token from a man to his male or female lover. In Rome, the gift of a rabbit was intended to help a barren wife conceive. Carvings of rabbits eating grapes and figs appear on both Greek and Roman tombs, where they symbolize the transformative cycle of life, death, and rebirth."


Nature in Art by Eleanor Ludgate


(…)


"The Celts used rabbits and hares for divination and other shamanic practices by studying the patterns of their tracks, the rituals of their mating dances, and mystic signs within their entrails. It was believed that rabbits burrowed underground in order to better commune with the spirit world, and that they could carry messages from the living to the dead and from humankind to the faeries."







13 February 2016

'Close Your Eyes Or You Won't See Anything' Jan Svankmajer

Cabeça de Criança, de Gottfried Helnwein
Coleção Ludwig / CCBB - São Paulo


21 January 2016

Surrealices


"Roland Topor (January 7, 1938 – April 16, 1997), was a French illustrator, painter, writer, filmmaker and actor, known for the surreal nature of his work. He was of Polish-Jewish origin and spent the early years of his life in Savoy where his family hid him from the Nazi peril." know more

14 December 2015

Curiology

Amazing journey:Curiology - visit me!


 

About Me

My photo
“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”