18 June 2016

Alicináticos em ação

Novo membro da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.


Quem sou eu?

"Joaquim José Coelho, conhecido artisticamente como J. J. Coelho, tenho 16 anos e sou do interior de Minas Gerais. Apaixonado desde muito pequeno pela arte e sempre tendo Alice como minha musa. Sou absurdamente viciado em mistérios e sempre atiçado pela minha curiosidade enorme (como a de Alice) a resolvê-los, faço justamente isso em meus livros. Gosto de criar histórias onde o imaginário se une com os mistérios da vida real com o intuito, mais criativo impossível, de desvendá-los.

Meu estado civil é "frustrado artisticamente" com afiliação ao "rei da procrastinação", meus enredos sempre tem um dedo Carrolliano no processo criativo e um fundo de verdade. Ou quem sabe eles seriam a verdade só que disfarçada de um livro bobo para que os meros leitores mortais fossem ludibriados? Eis a questão... Escrevo uma série de livros chamada "Em Busca do País das Maravilhas", focando no misterioso passado do Carroll, e arriscando num projeto novo nomeado de "O Segredo do Pássaro Amarelo" um releitura urbana dos contos de Monteiro Lobato.

Também tenho o hábito engraçado de colecionar objetos como chaves antigas de paradeiros desconhecidos. Talvez acreditando que um dia, de repente, uma delas irá abrir uma portinha de 40 centímetros que fica atrás de uma cortina ou uma passagem no tronco de uma árvore."

Minha página



About Me

My photo
“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de estórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”